Kubuntu, Uma semana utilizando KDE 4.2

Não lembro qual foi a primeira interface gráfica que usei no linux, na verdade eu nem sabia que isto existia, para mim era tudo Linux. O que lembro é que sempre gostei muito do KDE e só parei de usar após começar a usar o Ubuntu. Neste tempo me adaptei e passei a dominar a nova interface ao ponto de esquecer como funciona o KDE.

Alguns anos se passaram e resolvi dar uma nova chance para o KDE e então instalei o KUbuntu. Como não podia ser diferente, a beleza do KDE impressiona bastante.

Tirando a parte visual, Menu K bastante diferente do que eu estava acostumado, não observei nada que justificasse uma nova mudança e minha volta ao KDE. Achei que o Adept mudou muito e para pior, confesso que depois de uma semana não acerto de primeira os passos para atualizar o sistema.

Confesso que não testei todos os aplicativos, até porque não utilizo coisas como cliente de email e gerenciador de contatos. Tentei realizar as mesmas tarefas que realizo no Gnome em dias normais de trabalho.

Minhas conclusões. O KDE mudou bastante e ficou muito melhor. Está cheio de “eye candy” e isto pode agradar a muitos. Talvez por estar acostumado com o Gnome não consegui me adaptar ao KDE. Os menus, embora melhorados, não estão tão a mão e são necessários alguns cliques a mais para fazer minhas tarefas mais corriqueiras.

Uma coisa simples que preciso fazer foi criar um “Lançador” onde preciso passar parâmetros para um programa invocado pelo wine. Esta opção, que considero simples e fundamental, não consegui encontrar no sistema.

Mesmo não conseguindo me adaptar, ainda considero válido o teste por todos que ainda estão querendo se decidir por uma ou outra interface gráfica. Provavelmente alguém mais “cru” não terá as mesmas dificuldades que eu, viciado com outra interface, tive.