wPonto 0.1.3

O PROJETO WPONTO FOI DESCONTINUADO E OS FONTES DO PROGRAMA ACABARAM SE PERDENDO ENTRE MIGRAÇÕES DE COMPUTADORES.

Acabo de lançar a versão 0.1.3 do sistema de ponto eletrônico wPonto. Esta versão tem uma correção na geração do relatório de ponto que impedia que o arquivo PDF fosse aberto quando gerado em uma máquina rodando Windows.

O wPonto pode ser baixado em:

Aberta chamada de trabalhos para o Tchelinux em Pelotas

Está aberta a chamada de trabalhos para o Tchelinux na UCPel em Pelotas que acontecerá no dia 15 de Agosto.

Para submeter sua proposta de palestra entre no site http://papers.tchelinux.org/

Para esta edição serão selecionadas 20 palestras. Antes de enviar sua proposta de palestra, recomendamos que leia atenciosamente o regulamento abaixo:

Sobre o temário:

* Sistemas Operacionais
* Desktop baseado em Software Livre
* Aplicativos Gráficos
* Jogos e Multimídia
* Linguagens de programação
* Ferramentas para desenvolvimento
* Banco de dados
* Administração de Sistemas
* Redes e Segurança da Informação

Sobre as apresentações:

* Cada palestrante terá 55 minutos para apresentar seu trabalho
* Os recursos disponíveis serão projetor multimídia e micro-computador rodando Fedora 11
* O palestrante deverá permitir que os slides de sua palestra seja publicada no site do grupo
* Não haverá nenhuma remuneração ou reembolso de despesas para palestrantes

Sobre os prazos:

O prazo para submissão de trabalhos é até o dia 6 Julho 2009. Os proponentes deverão utilizar o formulário abaixo para enviar suas propostas de palestra juntamente com seus dados. As propostas serão avaliadas pela organização do evento e os trabalhos escolhidos serão anunciados no dia 10 Julho 2009 juntamente com a programação oficial do evento. Assim que forem escolhidas as apresentações os palestrantes serão notificados por email e terão 24 horas para confirmar sua presença no evento. Importante: Aqueles que não confirmarem sua presença dentro deste prazo terão suas apresentações canceladas.

CD’s Ubuntu

Fazia algum tempo que não pedia os CD’s do Ubuntu pelo site shipit, mas na versão 9.04 acabei fazendo um pedido simples e os CD’s já estão em minhas mãos.

Não é apenas a distribuição que melhora a cada versão, a arte dos CD’s tem ficado cada vez mais profissional e atrativa. Quem viu os primeiros CD’s distribuídos pela Canonical sabe do que eu estou falando.

Alguns podem estar se perguntando que diferença faz ter um CD com uma boa arte na caixinha e na própria mídia já que o importante é o software que esta neste CD. Minha resposta é a de sempre.

Imagine você levando o seu velho e guerreiro CD-RW para instalar o Ubuntu no computador de um desconhecido! Garanto que ele vai pensar com ele mesmo:

– Que coisa mais amadora este Linux!

Agora imagine você chegando com um CD bem impresso mostrando qualidade no acabamento! O usuário vai pensar:

– Estes caras do Linux capricham!

Parece besteira mas isto faz uma diferença gigantesca quando estamos tratando com pessoas totalmente leigas ou resistentes a mudanças.

Você ainda vai ser perguntar:

– Ninguém fala nada dos CD’s pirata do Windows?!

Leve um CD original junto para ver os olhos do usuário brilhando. Se levar a caixinha então, ele vai ficar com sorriso de orelha a orelha.

Agora que sabem que recebi os CD’s da Canonical, vamos a outro assunto relacionado aos CD’s do Ubuntu. Se você entrar na página http://wiki.ubuntu-br.org/CDsNoBrasil/ e ir até o tópico “Seja um distribuidor de CD’s você também” poderá ver no exemplo 2 que meu nome e email estão lá expostos.

Gostaria que todos soubessem que não fui eu quem deixou o email e nome nesta página, sequer me perguntaram se podiam usar meu email. Não estou bravo nem quero que ninguém tire meu email de lá, até porque eu mesmo poderia fazer isso, apenas quero deixar bem claro que GRAVO CD’s do Ubuntu para a região de Erechim e cobro o valor da mídia se esta não me for entregue em mãos, além de despesas de envio caso a pessoa more em alguma cidade próxima. Se alguém de outra cidade me pedir um CD, irei encaminhar esta pessoa para a página citada acima.

Google Chrome no Ubuntu

Mesmo não sendo recomendada sua instalação, resolvi ver a quantas anda o Google Chrome para Linux. Como já havia lido antes, já instalei o navegador esperando que muitas coisas não funcionasse, logo, não fiquei decepcionado.

Vamos ao começo então. Para baixar a versão para Linux, vá no seguinte endereço:

http://www.google.com/chrome/intl/en/eula_dev.html?dl=unstable_i386_deb

Clique no botão “Accept and download” para começar o download do pacote DEB. Ao finalizar o download, dê um duplo clique no pacote e instale-o através do GDEBI.

Após instalado, o Chrome poderá ser encontrado no menu Aplicativos -> Internet -> Google Chrome.

A primeira coisa que verá ao abrir o programa será um aviso de que esta é uma versão de desenvolvimento e não deve ser usado por usuários finais e que muitos problemas poderão ser encontrados. Além destas informações, também são dadas algumas informações de como proceder ao encontrar algum bug.

captura_de_tela-google-chrome-dev-build1

Clicando em OK nesta janela, o navegador será aberto com algumas informações do que, com certeza, não funcionará. Na lista temos plugins como flash, impressão, textos complexos entre outros.

captura_de_tela-google-chrome-dev-build-warning-google-chrome1

Em meu primeiro teste de navegação tentei entrar no site de busca da própria Google e fiquei um tempo espetando e nada acontecia. Verifiquei minha conexão com a internet e tudo funcionava, procurei por configurações de proxy no Chrome e estas não existiam. Verifiquei minhas configurações de proxy no gnome e tudo estava certo então deduzi que o Chrome não suporta proxy. Como sou administrador da rede, liberei minha máquina do proxy e então o Chrome conseguiu navegar.

captura_de_tela-google-google-chrome1

A próxima página a ser testada foi o nosso querido Ubuntero. A página abriu melhor do que eu esperava, já que tive problemas na exibição quando tentei o Chrome no windows logo após seu lançamento. Tirando algumas coisas em flash, o site funcionou direitinho.

captura_de_tela-ubuntero-google-chrome1

Outras constatações foram que, embora seja capaz de exibir caracteres acentuados, não é possível escrever textos com acentuação.

Juntando os prós e contras, achei que o navegador até que promete funcionar bem no linux, agora temos que esperar para ver tudo funcionando para então dar um veredito final.

Ubuntu 32 ou 64 bits

Este artigo já está defasado, leia este outro que está mais atual.

Uma pergunta muito comum é:
– Qual versão do Ubuntu devo baixar? 32 ou 64 bits?

Nunca tive dúvidas de qual versão baixar, mas confesso que sempre fiquei na dúvida se teria muita diferença de uma para outra. Como meu processador era muito antigo, não tinha como fazer testes para saber a real diferença entre as arquiteturas.

Como tudo sempre tem um lado positivo, semana passada meu computador teve sua morte decretada e me vi obrigado a comprar um novo computador. Comprei um processador Intel Core 2 quad q8200 e enfim pude testar o Ubuntu 64 bits.

Fiquei uma semana usando o sistema 64 bits e ontem acabei voltando ao 32 bits. Alguns pontos me fizeram decidir pela volta ao sistema de 32 bits entre eles estão os seguintes:

  • Logo de cara precisei de java e embora exista java para 64 bits, o mesmo não rodou perfeitamente no browser e algumas aplicações 32 bits também não foram executadas.
  • Outra necessidade foi o flash que era executado, hora sim hora não.
  • Necessidade de instalação de bibliotecas 32 bits para rodar alguns programas. Embora isto não seja um problema, não faz sentido ter um sistema 64 bits se tenho que rodar minhas aplicações em 32 bits.
  • Fator determinante: o driver para minha impressora foi escrito para 32 bits e não teve como fazer ele rodar em 64 bits, no site da canon só tinha este driver para 32 bits. Tentei algumas gambiarras e até consegui com que a impressora fosse detectada e “instalada” pelo sistema operacional, no entanto nada pode ser impresso.

Estes pequenos problemas citados acima me fizeram decidir por continuar utilizando o Ubuntu 32 bits.

Juntamente com os testes de arquitetura 32 ou 64 bits, aproveitei para verificar o real ganho de se usar multi-core e também tive uma surpresa negativa. A maioria dos programas não utiliza a possibilidade do multi-processamento.

A maioria dos programas se utiliza única e exclusivamente de um núcleo do processador, isto não quer dizer que os outros ficam sem uso, mas o processo utiliza 100% de um núcleo e não aproveita o poder de processamento dos outros núcleos mesmo estes outros estando ociosos.

Isto tudo significa que em 99,99% do tempo eu fiquei utilizando apenas um dos quatro núcleos do processador.

Quero lembrar que estas conclusões servem apenas para a versão Desktop do Ubuntu, para servidores eu continuo recomendando a utilização da arquitetura de 64 bits.