Resolução correta no Ubuntu 11.04 em placas SiS 671/672/771, e solução de possível desempenho ruim

Notícia muito boa aos proprietários de placas SiS que assim como eu, ficaram sem o Unity 3D, mas que não perdem a esperança de um dia conseguir poder utilizar o Compiz em nossos computadores ou notebooks.

Mas antes da solução final, uma pequena história. Na manhã do dia 28 – quinta-feira – amanheci com um ar de animação, o novo Ubuntu estava por vir, melhor do que nunca – sim, sou do time que apoia o Unity. Chequei alguns sites sobre Ubuntu por volta das seis da manhã, e nenhum continha informações sobre a versão atual. Como todas as manhãs de segunda à sexta, me arrumei para ir para a escola, e sete em ponto eu estava lá. Durante o intervalo da 2ª para a 3º aula, peguei me celular para checar se já houvera o lançamento do Ubuntu 11.04 e vi que havia ocorrido.

Chegando em casa, por volta das 11:30, tentei colocar pra baixar, mas como a internet estava muito ruim, esperei pela hora do almoço na casa de minha vó para poder baixar, já que – é exatamente da casa dela onde redigo esse texto – aqui a rede é muito boa. Fui almoçar e deixei baixando, quando retornei restavam apenas 2 horas e 40 minutos, então, fui para casa, sai, fui para o reforço de matemática, fui no comércio comprar uns DVDs pra fazer o backup, e quando cheguei na casa de minha avó por volta de cinco da tarde, salvei tudo o que tinha pra salvar e então instalei.

Lá vou eu todo ansioso pra testar o Ubuntu na sua versão final – venho testando desde o alpha 2 e sabia exatamente o que fazer ao iniciar pela primeira vez. Coloquei o driver sismedia – que mostrarei como fazer daqui a pouco – mas encontrei um grande problema, o sistema estava muito lento, quase impossível de utilizar, mas aí encontrei a solução em algo que não tinha nada haver com o assunto.

O que fiz foi seguir alguns passos pra corrigir o plymouth e voilà o sistema estava muito rápido. Não sei se vai funcionar na sua máquina, mas é bem possível que sim. Mas agora, vamos à instalação do driver sismedia, para o qual eu criei um script para facilitar tudo.

Download do script (atualizado)

Basta que baixe, descompacte e rode pelo terminal

Vamos agora corrigir o desempenho. Faça isso:

1 – No Terminal, digite:

sudo gedit /etc/default/grub

2 -Localize a linha “#GRUB_GFXMODE=640×480” e, abaixo dela, adicione a seguinte:

GRUB_GFXPAYLOAD_LINUX=1280×800

4 – Atualize as configurações do Grub e gere uma nova imagem initramfs:

sudo update-grub2 && sudo update-initramfs -u

5 – Reinicie o sistema.

Fácil não?

PS: O tema sairá sim, fiquem frios, mais tardar amanhã e eu também vou trazer um aviso com relação aos temas.

Até mais, abraço a todos.

Lançado o Ubuntu 11.04 Natty Narwhal

Imagem de um Natty NarwhalEstá no ar o Ubuntu 11.04 Natty Narwhal.

Como previsto no calendário, a versão 11.04 foi lançada hoje com muitas mudanças se compararmos com a versão anterior. A principal mudança, que chegou a causar alguma polêmica, é a mudança do shell padrão que agora deixa de ser o gnome-panel para ser o Unity.

O motivo da polêmica foi uma entrevista onde Mark diz que o Unity ainda não está do jeito que ele queria, mas que na versão 11.10 isto será resolvido. Na mesma entrevista ele também menciona que a interface clássica do Gnome ainda estará disponível nesta versão, o que não poderia garantir para a 11.10. Estas foram as informações passadas na entrevista, mas alguns sites ou pessoas que não sabem ler em inglês divulgaram que o Unity não seria a interface padrão no Ubuntu 11.04 e isto causou muitas discussões pelo twitter e até a falsa informação chegou a ser publicada em grandes sites como o br-linux.

Fica aqui um “desabafo” e recado para esse tipo de pessoa. Gere acessos ao seu site com conteúdo verdadeiro e de qualidade e não com falsas informações.

Mas o Ubuntu 11.04 não tem apenas a nova interface, temos outras mudanças como:

  • Firefox 4
  • Substituição do Rhythmbox pelo Banshee
  • Avaliações na Central de Programas do Ubuntu
  • Kernel 2.6.38 com o patch mágico de 200 linhas
  • Shotwell para gerenciamento de fotos
  • Controle de volume do microfone no applet de volume(apenas em chamadas do skype)
  • Novo instalador que permite atualizar a versão mesmo sem precisar da versão alternate
  • e muitas outras

Se você já está usando a versão Beta, precisará só manter o sistema atualizado que já terá a última versão amanhã.

Se quiser conhecer um pouco mais sobre o Unity, não deixe de acessar a wiki.

Caso queira fazer uma instalação nova ou atualizar utilizando o CD de instalação, abaixo seguem os links para download:

Lojas de aplicativos

Quantas vezes você já ouviu ou leu sobre as “inovadoras” lojas de aplicativos? Apple tem a sua, android também e a até a Microsoft tem a sua. A única explicação do porque estas lojas de aplicativos serem famosas é o simples fato de elas venderem aplicativos exclusivos para seus dispositivos.

Você deve estar se perguntando qual a relação destas lojas com o software livre e o Ubuntu? A resposta é tão simples que pode até parecer forçação de barra, mas o Linux basicamente criou a ideia de lojas de aplicativos, mas nunca vendeu os aplicativos lá disponíveis.

Explico. Há muito tempo atras, quando você entrava em algum gerenciador de pacotes como o Synaptic, o que você via? Um monte de aplicativos prontos para serem selecionados para instalação. Você não pagava nada por isto, mas preste muita atenção, você já tinha milhares de aplicativos, com descrições, prontos para serem instalados no seu computador. Esta não é a ideia de uma loja de aplicativos?

Para os que vão argumentar que uma loja de verdade tem que vender aplicativos, caso contrário não seria uma loja, eu digo que esta é a evolução natural. O próprio Ubuntu vende aplicativos, poucos mas vende, na Central de Programas do Ubuntu. Desculpem minha possível ignorância, mas acredito que a Central de Programas do Ubuntu seja o único gerenciador de pacotes que realmente vende aplicações, além de disponibilizar as milhares de aplicações gratuitamente.

Central de programas do Ubuntu Aplicação paga na Central de Programas do Ubuntu

Antes de causar qualquer polêmica, não condeno a venda de aplicativos em lojas de aplicativos, apenas quero deixar os créditos da ideia para quem realmente merece. Posso estar errado também e a ideia dos gerenciadores de pacotes terem vindos de outro lugar, mas aí é só me notificarem que eu altero o artigo.

Lançado o livro LibreOffice Para Leigos

Desde o final do ano passado, estava escrevendo o livro, aproveitando as férias de janeiro e momentos de folga durante a semana e finais de semana. Mas finalmente ficou pronto minha primeira obra, LibreOffice Para Leigos.

Enquanto estava escrevendo o livro, ocorreram diversas alterações como a logomarca, mudança do nome, lançamento de versões e extinção da ONG, mas depois de algumas correções e diagramação, segue o link para vocẽs fazerem download.

http://goo.gl/5W41j

Peço também que a comunidade, se encontrar erros, reporte para meu email, klaibson@gmail.com

Me adicionem também no twitter: @klaibsonn e facebook: klaibsonn

Boa leitura.

Fonte: libreofficeparaleigos.com

Linux vs Windows – Jogos

Ao contrário do que alguns falaram nos comentários do artigo anterior, a licença do Windows 7 que comprei não serve apenas para que eu possa falar mal do sistema, não sou louco para fazer isto.

Como no primeiro artigo, onde falei da instalação dos dois sistemas, o Windows 7 perdeu de lavada para o Ubuntu 11.04, neste artigo irei falar de um campo onde o Windows ganha de lavada do Ubuntu e outros Linux.

Embora o Linux já tenha uma boa quantidade de jogos para serem instalados, estes não tem o apelo comercial de títulos desenvolvidos para Windows. A “grife” destes jogos já é o suficiente para que muitos usuários nem pensem em migrar para Linux. Não tiro a razão destes usuários, afinal, para jogos o que interessa são os gráficos e a diversão. Neste caso não é a produtividade ou segurança que deve ser analisada.

Para Windows temos uma variedade de títulos enorme,seria impossível listar todos ou até o número disponível. Os gêneros também são mais completos que no mundo do Pinguim. Por exemplo, eu nunca vi um bom jogo de futebol para Linux.

Se você tem o computador apenas para jogar, eu ainda recomendo que utilize o Windows, afinal, como sistema operacional ele é um ótimo videogame.

Para Linux temos pessoas como o Carlos Donizete que faz um bom trabalho de divulgação com o site Ubuntu Games.

Não estou dizendo aqui que o Linux não tem bons jogos, apenas os jogos mais conhecidos no mercado não estão disponíveis nativamente para a plataforma do Pinguim. Temos opções como tentar rodar jogos através do Wine.

O Wine quebra o galho mas não é a solução definitiva para termos 100% dos jogos do Windows rodando no Linux. Por ser um projeto que trabalha com engenharia reversa para implementar as bibliotecas do Windows, é difícil até de exigir que este funcione com todo e qualquer jogo desenvolvido para uma plataforma diferendo do Linux.

Acredito que não preciso falar que a maioria dos jogos para Windows precisam ser comprados e só podem ser instalados em um computador. Nada de piratear programas e jogos.

Mais sobre jogos no Linux você poderá conferir em breve no novo episódio do Opencast que está no forno e por motivos de falta de tempo ainda não foi ao ar.

Versões LTS, continuar ou não?

Dia 28 de Abril chegando, lançamento de mais uma nova versão do nosso querido Ubuntu.

Muitos usuários e entusiastas assim como eu não aguentaram esperar e já instalaram a versão Beta, alguns já usam desde a versão Alpha.

Mas muitos também perguntam: E a versão LTS? Continuo nela ou não?

Bom, isso depende do ponto de vista e necessidade de cada usuário.

Para quem quer ter todos os softwars atualizados e as últimas novidades disponíveis, podem atualizar para a última versão. Mas o legal do Ubuntu em geral, é que mesmo com a versão LTS, nada impede que você também instale as novidades. Todas estão disponíveis nos repositórios e você tem a total liberdade de deixar o sistema com a sua cara. Você poderá até mesmo deixar ele idêntico a última versão.

Mas aí vem a pergunta? Qual a vantagem e a desvantagem de ficar com o LTS fazendo isso?

Respondo: Estabilidade e maior tempo de suporte.

Essa é a maior vantagem de usar versões LTS, pois tem um suporte maior e maior estabilidade em relação as outras versões. Como o linux em geral me dá total liberdade para fazer a modificação que eu quiser no sistema, posso usar uma versão mais antiga e deixar ela igual a nova sim.

Claro que um software ou outro pode não funcionar com o mesmo desempenho devido a algumas bibliotecas serem mais atualizadas, mas posso ter certeza que meu sistema estará estável e seguro.

Agora, se não ligam para estabilidade, ou suporte a longo prazo, pode e deve instalar a última versão disponível. Não quero dizer com isso que a última versão não é estável, mas como é recém lançada devemos ficar atentos caso algum bug ou problema maior aconteça.

Não devemos esquecer também, que muitas mudanças estão acontecendo de uma versão para a outra. A principal delas é a polêmica interface Unity. Digo polêmica pelo fato de muitos odiarem e muitos também a amarem. Assim também foi quando os botões passaram do lado direito para o lado esquerdo. Hoje não vemos mais comentários sobre os botões. Provavelmente assim também será com o Unity daqui a algum tempo. O KDE 4 também passou por essa mesma fase na época de seu lançamento, e hoje muitos que o criticaram usam normalmente.

O Ubuntu está em fase de mudanças, mas é porque está querendo mostrar para o mundo que tem identidade própria e não precisa copiar nenhum outro sistema ou interface para mostrar que pode chegar lá.

O resto? É questão de adaptação. Claro que tem muita gente que não quer se adaptar e prefere deixar as coisas como estão, devemeos respeitar a opinião desses usuários também. Pois como dito antes, o Ubuntu nos dá a total liberdade de fazermos o que quisermos de modificações no sistema.

E você? Vai continuar nas versões LTS ou não?

Espero que tenham gostado do artigo.

Um grande abraço a todos.

Autor: Rodrigo Namias

Linux ou Windows? A velha questão

Logotipo reprensentando windows versus ubuntu

Quatrocentos reais mais pobre, mas algumas certezas na cabeça. Durante o último final de semana fiz a aquisição de uma licença do Windows 7 para poder instalar sem problemas e poder ter uma boa ideia de a quantas anda o desenvolvimento da Microsoft.

Foi dolorido, mas necessário, gastar quatrocentos reais para poder fazer uma simples comparação entre dois sistemas operacionais. Como todos sabem, não temos patrocínios e nem mesmo os programas de afiliados nos dão retorno suficiente para investir no conteúdo e hospedagem do site. Mesmo assim, fiz o sacrilégio sacrifício e mais uma vez paguei do meu bolso esta licença do Microsoft Windows 7.

Começando pelo começo, resolvi instalar primeiro o Windows 7 para evitar problemas com gerenciadores de boot. Tenho 4 discos no meu computador, 80, 160, 250 e 320 GB. Como já esperava que não ia utilizar muito o Windows 7, resolvi instalá-lo no disco de 80 GB. Aí começou minha primeira luta contra o Windows 7.

Quadrinho do site Vida de programador sobre software livre e proprietário

Como dito na tirinha acima, o Windows tentou definir como e onde eu deveria instalá-lo. No início foi complicado perceber o que ele realmente queria, tinha dois discos totalmente zerados, o de 80 e o de 160 GB. Ao selecionar o disco de 80 para fazer a instalação, o Windows me disse que não era possível criar uma partição de sistema. Resolvi mandar formatar a partição que havia sido criada mas o erro persistiu. Tentei então exluir a partição que já estava criada e tentei novamente, mas o erro permanecia. Desisti do disco de 80 GB e parti para o de 160 GB, pensei eu que o problema podia ser devido ao tamanho do disco, embora achasse isto muito pouco provável. Para minha surpresa, o erro continuava o mesmo. Perdi cerca de 30 minutos nesta brincadeira e então tive uma brilhante ideia. Resolvi desligar todos os discos e deixar apenas o que serviria para a instalação em questão, e não é que a coisa funcionou e o Windows então se instalou! Repeti o procedimento com os dois discos que eu havia tentado e nos dois a instalação conseguiu prosseguir. Conclusão: O Windows acha que é meu proprietário e ele queria definir como eu deveria instalar o sistema.

Sistema instalado, me voltei ao meu bom e não tão velho Ubuntu. Também resolvi fazer uma instalação limpa do Ubuntu 11.04 beta 2. Com pendrive em mãos já devidamente configurado com a instalação, comecei os passos tradicionais, estava com todos os discos ligados como tentado inicialmente com o Windows 7, e para minha surpresa! Não tive surpresa nenhuma e instalei o sistema em apenas 6 minutos sem as atualizações.

Depois de instalar os dois sistemas eu precisava testar se os dois estavam acessíveis pelo gerenciador de boot e ao testar não tive nenhuma surpresa e pude usar os dois sistemas normalmente.

O próximo passo era deixar os dois sistemas da maneira que eu preciso para trabalhar. Comecei pelo Ubuntu que é o sistema onde tenho todas as ferramentas a mão. Fiz as atualizações e instalei alguns programas e plugins em cerca de uma hora e meia. Apenas reiniciei o sistema por causa da atualização de kernel, mas isto foi apenas uma vez.

Passado este passo, segui então para o Windows 7. Comecei instalando um anti-vírus, coisa que não precisei instalar no Ubuntu. Logo depois parti para um anti-malware, coisa que eu também não precisei fazer no Ubuntu.

Com o sistema básico de segurança instalado, parti para a instalação de uma suíte de escritório. Como já tinha gastado dinheiro suficiente para comprar a licença do Windows, e já estou familiarizado com o LibreOffice.org, nem pensei em instalar mais um programa proprietário, aliás no Ubuntu isto também já vem instalado.

Como tenho bastante coisa em PDF, precisei instalar um leitor PDF, então baixei o FoxIt para este fim, curiosamente o Ubuntu também já tem um leitor de PDF instalado por padrão.

Parei para pensar no que mais precisava e lembrei que precisava me manter em contato com meus amigos e colaboradores, o Windows já traz um comunicador para o próprio protocolo, MSN, mas meus contatos utilizam outros vários protocolos além do MSN e então precisei fazer o download do Pidgin para concentrar todos em um único programa, no Ubuntu eu tenho isto já instalado por padrão, só utilizar o empathy.

Outros programas tive que instalar nos dois sistemas, até porque estes são bem específicos para o tipo de trabalho que faço, alguns deles foram o audacity, apache, phpmyadmin, mysql server, gimp, tweetdeck mesmo o Ubuntu já tendo um programa para o mesmo fim.

Acredito que já deu para ver bastante vantagem do Ubuntu sobre o Windows, mas é bom frisar que para cada programa que instalei no Windows, precisei procurar em algum site, enquanto no Ubuntu, utilizei a Central de Programas do Ubuntu, menos para o tweetdeck. No Ubuntu continuo com os programas atualizados sem precisar visitar nenhum site, já no Windows, provavelmente ficarei com programas obsoletos por não ter tempo de ficar verificando se estou com a última versão de cada programa.

Mas ainda tempos coisas para falar. Para não dizerem que só acho defeito no Windows, o mesmo já veio totalmente em Português sem eu precisar fazer nada, no Ubuntu eu precisei concluir a instalação dos pacotes de idioma utilizando a internet para baixar tais pacotes. Não precisei correr atras de nada, o próprio sistema me notificou e me direcionou os passos para esta instalação, apenas tive que aguardar um pouco para que isto fosse terminado.

Como dito antes, em aproximadamente uma hora e meia já tinha o sistema atualizado, em português e com meus programas instalados no Ubuntu, já no Windows….! Bom, fiz a primeira leva de atualizações e o computador precisou ser reiniciado, ao se desligar parou para aplicar algumas atualizações e ao iniciar novamente a mesma coisa, aguardei ele aplicar mais algumas atualizações. Verifiquei novamente por atualizações e lá tinham mais algumas atualizações, apliquei novamente e o mesmo papo, aplica algumas, pede para reiniciar, aplica outras antes de desligar, aplica outras quando inicia. Voltei a verificar se não tinham novas atualizações, e novamente tinham novas atualizações, me pergunto, porque não mostrar todas as atualizações de uma só vez? Fiz todos os processos de atualização e então tinha o sistema quase pronto, sim, ainda não estava terminado.

Para utilizar todos os recursos do sistema eu precisava fazer um teste de desempenho para que meu computador recebesse uma nota, para só então o sistema me liberar recursos gráficos e embelezadores. Até agora não entendo a necessidade disto já que perdi mais de 5 horas só em atualizações. Porque já não botam este passo no meio das atualizações? Ninguém iria perceber mesmo.

Então agora eu volto e completo a pergunta que está no título do artigo: Linux ou Windows? Qual é mais fácil?

Nem quis comentar que o Ubuntu inicia em 12 segundos contra 90 do Windows 7.

AMD64?

Uma dúvida que muito vi pela lista de discussão do Ubuntu e hoje apareceu novamente no twitter é sobre a compatibilidade da imagem AMD64 com processadores Intel.

A confusão é de se entender, já que as duas empresas são concorrentes e o que funciona para uma pode não funcionar para outra, ainda mais quando uma imagem vem com o nome de apenas uma das empresas.

Este artigo serve para sanar esta dúvida e será bem curto. A primeira empresa que trouxe processadores de 64 bits hibridos, ou seja, processadores que trabalham tanto com 32 quanto com 64 bits, foi a AMD. A Intel demorou um bom bocado para lançar seus processadores de 64 bits, e mesmo assim seus processadores são uma cópia da AMD, mas não se apavore pois a cópia foi autorizada com o devido pagamento de royalties.

Depois deste pequeno parágrafo que fala um pouco sobre a história desdes processadores você deve estar se perguntando se pode usar a imagem AMD64 para processadores Intel. Então pode ficar tranquilo que a mesma imagem pode e DEVE ser utilizada para os dois processadores sem queda de desempenho ou incompatibilidade devido ao processador ser Intel ou AMD.