Opencast #4 – Jogos e Ubuntugames

Demorou um bom bocado mas enfim está no ar o episódio número 4 do Opencast. Infelizmente ainda não posso voltar ao prometido e não teremos episódios a cada 15 dias, mas em breve isto voltará ao normal.

Neste episódio conversamos com o Carlos Donizete do site Ubuntu Games sobre o site e sobre jogos no Linux. A gravação foi bem complicada, pois estava caindo um temporal na cidade onde o Carlos morava e a conexão dele caiu algumas vezes fazendo que o assunto se perdesse por vários momentos.

Tirando a demora e os contratempos, conversamos sobre vários assuntos como jogos de código aberto, jogos de código fechado no Linux, emuladores, jogos em flash, softwares para lan house.

Links do episódio:

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ZSNES – Super Nintendo no Linux

Está com saudade dos jogos do Super Nintendo? Street Fighter, Mario, Rock`n`Roll Racing? E quer jogar no Ubuntu? OK! Aqui vai a dica.

Aqui eu já havia dado um passo-a-passo mostrando detalhadamente como rodar o Counter Strike, poderoso e famoso jogo de tiro – o qual, aliás, curto muito.

Vamos ao passo-a-passo. Ubuntu Natty. Pressione a tecla super (ou “Windows”) do seu micro e na caixa de pesquisa procure por “programas”. Abaixo aparecerá “Central de Programas”, abra ela. Na Central de Programas procure por “zsnes”, e aparecerá uma tela como esta:

Mande instalar (pedirá senha de administrador).

Agora você pode baixar as rooms. São arquivos zipados que contém os jogos. É importante avisar que você não precisa descompactar as roms, o Zsnes faz isso sozinho. Aqui vai um ótimo link:

http://www.romnation.net/srv/roms/snes204.html

Depois disso abra o Zsnes, vá em game > load.

Escolha a pasta onde você baixou as rooms e clique em load.

Agora é só jogar e matar a saudade :-)

Hoje à noite publicarei o vídeo do mês, provavelmente Joe Satriani!

Um abraço e fiquem com Deus.

Twitter: @renatobluesboy

http://freelinux-br.blogspot.com

Falha no Startup Manager no Ubuntu – e a solução: GRUB Customizer

Os que fizeram a última atualização do Kernell do Ubuntu 11.04 ontem (14 de julho) e utilizavam o “startupmanager” para configurar o GRUB notaram que o mesmo não funciona mais neste Kernell.

Ou seja, ao inicializar um computador com dual-boot (no meu caso, Windows + Ubuntu) o sistema livre ficou novamente como padrão para inicialização e o startupmanager não consegue mais reconfigurar. Resumindo: o startupmanager NÃO funciona nesta versão do Ubuntu, com o Kernell atualizado.

Um pouco de história
Lá pelos idos de 2008-2009 quem utilizava o Ubuntu configurava o Grub editando o arquivo “menu.lst” e ali (em um arquivo texto) definia qual era o sistema padrão para inicializar. Mas com as novas versões do Ubuntu veio o Grub2 e este arquivo não é mais editado da mesma forma, tornando o processo um pouco mais complicado (nem o explicarei aqui). Então os usuários passaram a utilizar o Startupmanager.

A SOLUÇÃO

Graças a Deus temos uma comunidade muito interativa e colaborativa, e pesquisando um pouco na Web eu encontrei a solução e aqui replico para vocês (até porque a encontrei em um site que ainda não conhecia).

1)Abra um terminal e adicione o seguinte repositório:

sudo add-apt-repository ppa:danielrichter2007/grub-customizer

2)Atualize os repositórios:

sudo apt-get update

3)Instale o software:

sudo apt-get install grub-customizer

O aplicativo se tornará disponível em: Acessórios > Ferramentas de Sistema > GRUB Customizer. Se você está utilizando o Ubuntu Natty com o Unity, aperte “super” (a famosa tecla “Windows”) e na caixa de texto digite “grub”. Ele aparecerá logo abaixo.
Agora, dentro do aplicativo, você terá todas as configurações do GRUB, além de ter opções como colocar imagem no fundo de tela, modificar as cores, o tempo de espera e muito mais.

Todos os créditos vão para:
http://www.dihitt.com.br/barra/como-configurar-o-grub-utilizando-a-interface-grafica-no-ubuntu

Por que utilizar o dual-boot?

Meu caso é bem simples: eu utilizo Linux há três anos e nele faço tudo o que preciso, em nível profissional e pessoal. Porém, minha esposa prefere o Windows e para ela eu quis deixar as coisas bem simples: ela liga o computador e entra direto no sistema que ela deseja sem precisar intervir no teclado com nenhuma instrução. Mas para outros casos, muitos desenvolvedores trabalham com softwares para as duas plataformas e necessitam do dual-boot. Outra necessidade, por exemplo, é o mercado de trabalho (uma grande porcentagem ainda utiliza Windows somente).

Observação: não preciso nem lembrar que as melhores distros Linux enxergam as partições NTFS do Windows.

Abraços a todos, e fiquem com Deus.

Twitter: @renatobluesboy

Flash 11 Beta para Ubuntu 64 bits

logotipo do flashSe você, como eu, utiliza o Ubuntu Natty Narwhal 64 bits já deve ter se irritado com algum site, ou parte dele, em flash que não é visualizado corretamente. Ainda não temos uma solução definitiva mas temos algo que apresenta boas melhorias. Estou falando da versão beta do flash 11.

Estou testando a algumas horas e já notei melhoria em alguns flash’s que não se comportavam da mesma maneira de quanto rodando em sistemas de 32 bits, mas ainda não está perfeito para todos os casos, afinal, é uma versão beta.

Se você entende os riscos de usar uma versão beta, siga os passos abaixo para usar esta versão em seu computador. Lembre que é apenas para Ubuntu 11.04 64 bits.

Abra o terminal e digite os seguintes comandos:

sudo add-apt-repository ppa:sevenmachines/flash
sudo apt-get update
sudo apt-get install flashplugin64-installer

Se o Firefox estava aberto, feche e abra novamente e desfrute das melhorias já desenvolvida para a próxima versão do flash.

Fonte: http://www.webupd8.org

Aplicativo do Google+ para Unity

Buenas, Ubunteros. A dica agora é breve, mas bastante útil se você já estiver usando a nova rede social da gigante Google, o Google+ ou Google Plus. Vi lá no OMG! Ubuntu, que traduziu do italiano para o inglês. Mas, deixando o papo de lado, vamos lá.

Vá no terminal, e lá digite o seguinte:

  • wget http://dl.dropbox.com/u/3000127/google%2B.desktop
  • wget http://dl.dropbox.com/u/3000127/google%2B1.png
  • mv google+.desktop ~/.local/share/applications/
  • sudo mv google+1.png /usr/share/pixmaps/

Pronto. O aplicativo está em inglês, mas não se faz necessário nenhum conhecimento avançado na língua. Abaixo deixo uma screen.

Mas gostaria de fazer uma pergunta a parte. Meu notebook, o qual uso no dia a dia, está sem a ventoinha a funcionar, o hd está quase pifando e minha SiS 671 não está mais dando pro gasto, então se eu criar uma vakinha, vocês ajudam. Eu já tenho 300 reais da venda do meu PS2, então vai ter uma despesa menor na vakinha. De qualquer modo, eu agradeceria. Até mais.

Como configurar o Ubuntu 11.04 com placa SIS671

Anteriormente comentei sobre como configurar o Ubuntu 10.04 para trabalhar com a placa SIS 671. Já que entramos na “era Unity” (nova interface que aparentemente será o padrão nas novas versões), vou expor sobre como configurar o driver da Sis671 no Ubuntu 11.04 :-)

1)Baixe o driver aqui.
2)Descompacte (por exemplo, na pasta Downloads).

3)Vamos copiar alguns arquivos para os seus locais corretos para que tudo funcione ok. Abra um terminal, navegue até a pasta “downloads” (ou outra pasta onde você descompactou seus arquivos) e digite:

sudo cp sis671_drv.so /usr/lib/xorg/modules/drivers
E depois:
sudo cp xorg.conf /etc/X11/

Reinicie o computador e já poderá usufruir da resolução correta. Mas é claro que você vai querer o Unity, certo? De posse do Ubuntu já instalado e depois de ter rodado os comandos acima com êxito, abra um terminal e digite:

sudo apt-get install unity-2d

Reinicie seu computador e verá que a interface padrão é o Unity 2-d (o que já é bem interessante não é? :-) Mas se você, assim como eu, também quer alguns efeitos interessantes (transparências no terminal e ao pressionar a tecla “super” no Unity), faça o seguinte:

-ALT+F2 e depois digite gconf-editor
-Navegue até apps > metacity > general
-Habilite compositing_manager
Alguns efeitos de sombra nas janelas, transparência no terminal, etc, ficarão bem legais.
Você poderá enfrentar problemas para reproduzir vídeos no VLC media player depois destas configurações, mas não tem problema: entre nas preferências do VLC e na saída de vídeo altere para X11.
TOTEM e BANSHEE. Você terá que configurá-los também. Para tanto:
1. Tecle Alt+F2 e digite o comando gstreamer-properties. A janela “Seletor de sistemas multimídia” será aberta;
2. Na aba Vídeo, opção Plug-in, selecione “X Window System (no Xv)”;
3. No Device Escolha a opção SIS/315/330/340/340 series video bLiitter.

Fiquem com Deus.
Twitter: @renatobluesboy

Disponível a Revista Espírito Livre n. 27

Revista Espírito Livre - Ed. #027 - Junho 2011

Revista Espírito Livre – Ed. #027 – Junho 2011

Revista Espírito Livre - Ed. n #027 - Junho 2011
Revista Espírito Livre - Ed. n #027 - Junho 2011

Ainda recuperando do tombo do mês passado, cá estamos novamente. A edição deste mês apresenta um tema que por muitos é considerado polêmico por justamente ir contra a alguns conceitos enraizados em nossa sociedade, de que só é possível aprender diante de um professor e se transpormos essa ideia para o universo real significaria dizer que a educação, de um modo geral, só se dá através de alguém sentado, frente a um professor, real e físico. Mas o tutor a distância e o professor que estão a distância não são físicos e reais? E as aptidões? Eles as têm? E se não as têm como verificar estando a distância? Os alunos aprendem, ou fingem aprender só para alcançar a tão sonhada “nota”? Ele vai “colar”, já que o professor “não está vendo”? Como avaliar, medir e constatar se houve absorção e troca de conhecimento? As dúvidas e questionamentos continuam, já que a EAD, apesar de não ser tão nova assim (desde o século XIX já se praticavam metodologias neste sentido). O ensino por correspondência, tele-aula, vídeo-aula, manuais, ensino pelo rádio, e tantos outros métodos já foram utilizados (e em alguns lugares ainda continuam sendo), mas com a ressalva de que agora a tecnologia envolveu-os de novas possibilidades, além de diminuir os custos e as distâncias. O EAD proporciona, mesmo a distância, o que nem sempre conseguimos compreender presencialmente: a soma de nossas experiências pode resultar em uma terceira experiência, e o meio digital é propício para isso, dada a quantidade de novos recursos disponíveis, dentro e fora dos ambientes de estudo.

Mas que ferramentas utilizar? Já temos soluções maduras o suficiente para suprir o espaço ocupado por uma sala de concreto e um quadro branco com pincel? E os profissionais estão preparados para todas essas mudanças? Eles estão acompanhando? Estão interessados em acompanhar? O perfil do profissional de educação nesta (nova) era de certa forma muda, e os pré-requisitos enquanto conhecimentos também. Agora não basta dominar a matéria e saber manusear um livro, também deve-se dominar “o bicho de sete cabeças”, chamado computador. Claro que vários de nossos professores estão sabiamente preparados e dispostos a apontar nesta direção, entretanto diante de todas as políticas públicas que hoje percebemos a nossa volta, direcionadas ao ensino como um todo, ainda temos muito a caminhar. E mesmo diante das medidas atualmente tomadas pelos governos, sabemos que tal metodologia ainda atinge uma parcela relativamente pequena da população.

Entretanto, na iniciativa privada, nas empresas a realidade mostra-se diferente, e caminhando a passos largos. Cursos, treinamentos, reciclagens profissionais, seminários, e tantas outras medidas já são realidade em diversos nichos. O treinamento que antes demandava uma sala física em um local específico dentro da empresa, hoje demanda um servidor, softwares específicos e ambiente mudou, agora é virtual, como os ambientes virtuais de aprendizagem. E nesta edição tratamos de acompanhar vários, entre eles o Amadeus, um projeto brasileiro em meio a tantas soluções criadas originalmente fora de nosso país, como é o caso do popular Moodle, amplamente utilizados por universidades e empresas. Vários colaboradores, e entre eles, vários convidados, apresentaram de forma primorosa soluções em código aberto que podem ser utilizadas nas mais variadas situações.

Além do tema principal, a edição 27 está repleta de outras matérias igualmente importantes: Fabrício Araújo continua com o tema LTSP, bem como a coluna sobre LibreOffice. Birgitta Jonsdottir, ativista e membro do parlamento islandês também participa desta edição com uma reflexão bastante pertinente sobre o uso de nossas informações por diversas empresas.

Fonte: Revista Esírito Livre

Canonical no Fisl 2011

Passado o Fisl 2011 e novamente eu não pude estar lá, mas o twitter está aí para informar a todos nós em tempo real.

Algumas palestras elogiadas, também muitos eventos comunitários, mas o que mais me chamou a atenção foram alguns relatos sobre mal atendimento no stand da Canonical.

Entrei em contato com as pessoas que relataram os problemas para me darem mais detalhes para então divulgar no blog. Um dia se passou e estas pessoas não me enviaram detalhes.

Curiosamente a Canonical, através de um funcionário e organizador do stand, entrou em contato rapidamente escrevendo o seguinte:

“Olá,

Me chamo Mauricio Pretto e acompanho seu blog regularmente, desde ontem vim acompanhando a questão do destratamento de usuários no fisl pelo twitter, mas como não tenho uma conta só consegui acompanhar lendo as informações, vi que você se interessou pelo acontecido então resolvi lhe contar o meu lado, pois fui o responsável pela organização do evento na Canonical.

Vamos lá há alguns fatos.

Primeiramente apoiamos diretamente a comunidade no fisl e em outros eventos, nunca fazendo destratamento com ninguém, no fisl por exemplo demos para a comunidade Ubuntu-BR:

Durante o evento distribuímos no stand da canonical sem fazer qualquer filtro mais de 1500 cd’s , 500 porta crachás, pen-drives, etc …..

Não houve nenhuma regra para atendimento diferenciado, demonstramos no nosso stand equipamentos rodando ubuntu para todos.
Se houve qualquer destratamento de alguém faço questão de ter contato com a pessoa para entender o que aconteceu e poder ajudar.

Os usuários do ubuntu são a alma da canonical e nunca iremos tratar alguém com descaso estaremos sempre próximos para apoiar e incentivar as iniciativas da nossa comunidade, e a primeira participação da canonical no FISL só vem reforçar o quanto o Brasil é importante para nós.

Abraço”

Logo depois o Andre Noel também me escreveu um relato que acredito, pode ter dado origem ao “mal atendimento”, mas acho totalmente aceitável. Segue o email que o Andre me enviou:

“O FISL foi show de bola, e no Ubuntu-BR estávamos com uma equipe bem reduzida, mas foi muito bom.

Eu não conhecia o pessoal da Canonical pessoalmente, e o Maurício, que é o responsável, eu nunca tinha conversado com ele.

Quando cheguei, passei só para dar um “oi” e ele já me deu diversos brindes para distribuir entre a comunidade.

Eles querem dar atenção à comunidade, mas o foco deles são os negócios. Afinal, a Canonical não é o Ubuntu, a Canonical é a empresa.

Apesar de eles terem poucos brasileiros no stand da canonical (curiosamente ninguém quer conversar com os gringos :P), vi o tempo todo eles atendendo a usuários e curiosos, além dos contatos empresariais que faziam. Mas eles tinham muita coisa a tratar. Várias vezes eu quis falar com o Maurício e ele estava que nem o papa-léguas, resolvendo um monte de coisas, conversando com um monte de gente… Consegui conversar mesmo só quando eu estava indo embora e o fisl já estava vazio.

Além disso, uma coisa que aprendi em outro FISL: Num evento de 5 mil pessoas, você não consegue garantir que são 5 mil pessoas de boa índole. Com isso, “levaram” algumas coisas do stand da canonical (mouses, equipamentos). Daí o Maurício teve até que colocar seguranças lá para cuidar enquanto não estavam e isso pode ter contribuído a essa visão de que não se podia mexer em nada. E também tinha material delicado e caro.”

Atualização

Abaixo um vídeo mostrando a distribuição de brindes no stand da Canonical.

Ainda estamos com as portas abertas caso alguém tenha alguma reclamação para fazer, afinal, este blog é da comunidade.