Opencast #16 – Distribuições Linux

Neste episódio, eu (Ivan), Diego, Rudinei e Og Maciel falamos um pouco sobre o mundo de distribuições Linux existentes no mundo. Escolhemos algumas distribuições para falar um pouco mais como Ubuntu, incluindo uma polêmica, Red Hat, Slackware também entraram na discussão. Conversamos também um pouco sobre ser ou não ser bom ter este número gigantesco de distribuições.

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Ubuntu 32 ou 64 bits (Reloaded)

Em 2009 fiz um artigo que chamou bastante atenção e voltou a estar na lista dos mais lidos no site. O artigo fala sobre qual arquitetura utilizar e principalmente a minha experiência com as duas arquiteturas. Acontece que aquele artigo já não tem mais validade devido a evolução das duas arquiteturas, mesmo assim algumas pessoas continuam fazendo comentários no artigo como se ele tivesse sido escrito na semana passada. Por este motivo resolvi voltar a escrever o mesmo assunto mas com uma nova visão, não editei o antigo artigo devido aos muitos comentários que lá estão e desvirtuariam a nova abordagem.

Ao contrário do que aconteceu quando mudamos de  16 bits para 32 bits, a mudança de 32 bits para 64 bits está sendo muito traumática. Provavelmente isso se deva a maior base de usuários existente hoje do que a 10 ou 15 anos.

Muitos aplicativos ainda não utilizam todo o poder dos processadores 64 bits, muito menos os multi-cores, no entanto, os problemas de aplicações que simplesmente não abriam hoje são raros, o sistema multiarch que está disponível no Ubuntu dá conta do recado sem problemas.

Uma observação interessante é que o consumo de memória é relativamente maior na arquitetura 64 bits, mas nada que prejudique o funcionamento, então podem ficar tranquilos quanto a isto, é normal.

Já me livrei da impressora que relatei no antigo artigo, então não sofro mais deste mal relativo aos drivers.

Flash e java estão funcionando perfeitamente, sem os antigos travamentos. Claro que a lentidão do flash em alguns sites continua, mas isso é problema do flah tanto em sistemas de 32 quanto 64 bits.

Minha conclusão é bem simples. Hoje recomendo que todos utilizem o Ubuntu 64 bits, desde que os processadores suportem. Os grandes problemas encontrados no passado não são mais reais atualmente e o cenário só tende a melhorar mais e mais.

Servidor DLNA Ps3MediaServer

Já mostrei em um artigo anterior como montar um servidor DLNA utilizando o servidor Serviio. Nos comentários foi sugerido utilizar o servidor Ps3MediaServer e eu prometi que um dia faria um artigo mostrando ele e enfim este dia chegou.

Antes de mostrar como fazer para instalar, alguns comentários. Como eu imaginei pela descrição, o Ps3MediaServer é mais fácil de instalar, mas o produto final não é tão bem acabado como o Serviio. Explico. Com o Serviio, ao acessar os vídeos, me é mostrada apenas a pasta de vídeos, o mesmo acontece com as fotos e músicas. O mesmo não acontece com o Ps3MediaServer. Acredito que estas são os dois grandes pontos que me chamaram a atenção sobre os dois serviços.

Antes que me condenem, estou com poucos formatos de vídeo para testar mais o Ps3MediaServer, mas o deixei como servidor pela facilidade de instalação e também por ele não precisar ler todos os diretórios toda a vez que o computador é reiniciado, coisa que me deixava bastante nervoso no Serviio.

Vamos a instalação. Como sempre mostro pela velocidade, abra o terminal pressionando Ctrl+Alt+t e digite os seguintes comandos:

sudo add-apt-repository ppa:happy-neko/ps3mediaserver -y
sudo apt-get update
sudo apt-get install ps3mediaserver -y

Para abrir o programa pressione a tecla Super(também conhecida como tecla Windows) e digite ps3 e dê Enter, mas isto se o primeiro programa da lista for o “Ps3 Media Server”.

Se estiver usando o Unity como interface gráfica, o ícone do Ps3MediaServer não irá aparecer na bandeja do sistema. Para que apareça você terá que digitar mais um comando no terminal:

gsettings set com.canonical.Unity.Panel systray-whitelist "['all']"

Agora é necessário encerrar a sessão e iniciar novamente para que o ícone passe a aparecer.

Fonte: Wiki Ubuntu

Parcellite – O melhor clipboard manager

Vou dar uma dica rápida agora que poderá agilizar a vida de muita gente. Para quem não sabe, um clipboard manager faz a gerência de tudo o que você copia e cola no seu computador. Isso serve para poder agilizar a vida de quem copia e cola a mesmo informação várias vezes.  Para instalá-lo, pode ir na própria Central de Programas do Ubuntu, ou então digitar:

sudo apt-get install parcellite

A instalação é muito rápida. Se você utiliza o Unity, ele não vai aparecer no painel, então para tê-lo no mesmo, faça o seguinte:

sudo apt-get install dconf-tools
dconf-editor

Após abrir o editor com o programa acima, vá em desktop, unity, panel e altere o systray-whitelist adicionando:

, 'parcellite'

Lembre-se de dar um espaço entre a vírgula e os comandos entre aspas, e deverá funcionar.

Até o próximo post.

Fonte: http://silverwav.wordpress.com/2011/05/08/11-04-natty-enable-parcellite-in-system-tray/

Opencast #15 – FISL 13 e notícias

Voltamos com o Opencast depois de uma pausa necessária para descanso e falamos um pouco sobre nossa participação no FISL 13 e alguma notícias que foram destaques nos últimos dias. O feed para iTunes não está funcionando e eu desisti de tentar arrumar, se alguém souber como arrumar eu agradeço, mas eu não vou mais correr atras deste negócio.

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Instalando o Ubuntu em um computador Apple Intel

Tendo como inspiração a façanha do Andrei durante o FISL, o qual instalou paralelamente ao MacOS o Ubuntu, resolvi também realizar o processo.

Como a preguiça de ver como que funciona o rFit, baixa-lo e instala-lo era mais forte, resolvi fazer a instalação usando apenas o CD do Ubuntu 12.04 LTS 32bits.

Implementação

Depois desta breve introdução, iniciei o iMac, que vem com o MacOSX Leopard por padrão, e particionei o disco usando a ferramenta nativa BootCamp, como se fosse instalar paralelamente no disco o Windows. A ferramenta é bastante intuitiva e ao final do processo pediu para inserir o CD de instalação do Windows e reiniciar o iMac. Foi neste ponto que inseri o CD do Ubuntu no lugar do CD do Windows na maior cara de pau.

Vale lembrar que desde que a Apple abandonou a plataforma PowerPC em 2005 em prol dos processadores Intel, a mesma utiliza como gerenciamento de boot uma interpretação própria do sistema EFI, que não é completamente compatível com o atual UEFI (Sim, o polêmico sistema de boot que será usado no Windows 8). Isto significa que para rodar sistemas operacionais diferentes não basta ser compatível com o UEFI e portanto é necessário utilizar a antiga BIOS. E é neste ponto que o próprio MacOSX, através do BootCamp, emula um sistema de BIOS, permitindo assim a utilização de outros sistemas operacionais, no caso o Ubuntu.

Ao iniciar o iMac com o CD do Ubuntu (para selecionar a opção de boot no Mac tem que segurar a tecla alt pressionada durante a inicialização), logo após o processo de particionamento do disco, ao iniciar a instalação do Ubuntu escolhi o a opção avançada de particionamento de disco, aonde o gerenciador de partições me mostrou a existência de uma partição FAT32 criada pelo BootCamp.

Esta partição FAT32 foi excluída e em seu lugar foi criada uma partição EXT4 com o ponto de montagem raiz (também conhecido como /). Não criei partições para outros pontos de montagem como o /home e nem de SWAP, mas isto foi apenas uma escolha pessoal (lembrem-se, a instalação foi no modo preguiça).

Seguindo a instalação foi instalado o GRUB como gerenciador de boot (como de praxe) e em sua conclusão a maquina foi reiniciada.

Depois de reiniciar o iMac na opção “Windows”, surge na tela o grub com o Ubuntu pronto para rer iniciado.

Logo após a instalação segui um tutorial da canonical para configurar a câmera iSight e feito isto tinha um iMac com Ubuntu 12.04 LTS instalado e funcionando plenamente.

Conforme o quadro a seguir podemos ver o hardware detectado, e sim, mais uma maquina com vídeo ATI, que para a minha alegria funciona surpreendentemente bem.

Lista de hardware detectado

dtumelero@UbuntuMac:~$ uname -a 
Linux UbuntuMac 3.2.0-27-generic-pae #43-Ubuntu SMP Fri Jul 6 15:06:05 UTC 2012 i686 i686 i386 GNU/Linux 
dtumelero@UbuntuMac:~$ lspci 
00:00.0 Host bridge: Intel Corporation Mobile 945GM/PM/GMS, 943/940GML and 945GT Express Memory Controller Hub (rev 03) 
00:01.0 PCI bridge: Intel Corporation Mobile 945GM/PM/GMS, 943/940GML and 945GT Express PCI Express Root Port (rev 03) 
00:07.0 Performance counters: Intel Corporation Device 27a3 (rev 03) 
00:1b.0 Audio device: Intel Corporation N10/ICH 7 Family High Definition Audio Controller (rev 02) 
00:1c.0 PCI bridge: Intel Corporation N10/ICH 7 Family PCI Express Port 1 (rev 02) 
00:1c.1 PCI bridge: Intel Corporation N10/ICH 7 Family PCI Express Port 2 (rev 02) 
00:1d.0 USB controller: Intel Corporation N10/ICH 7 Family USB UHCI Controller #1 (rev 02) 
00:1d.1 USB controller: Intel Corporation N10/ICH 7 Family USB UHCI Controller #2 (rev 02) 
00:1d.2 USB controller: Intel Corporation N10/ICH 7 Family USB UHCI Controller #3 (rev 02) 
00:1d.3 USB controller: Intel Corporation N10/ICH 7 Family USB UHCI Controller #4 (rev 02) 
00:1d.7 USB controller: Intel Corporation N10/ICH 7 Family USB2 EHCI Controller (rev 02) 
00:1e.0 PCI bridge: Intel Corporation 82801 Mobile PCI Bridge (rev e2) 
00:1f.0 ISA bridge: Intel Corporation 82801GBM (ICH7-M) LPC Interface Bridge (rev 02) 
00:1f.1 IDE interface: Intel Corporation 82801G (ICH7 Family) IDE Controller (rev 02) 
00:1f.2 IDE interface: Intel Corporation 82801GBM/GHM (ICH7-M Family) SATA Controller [IDE mode] (rev 02) 
00:1f.3 SMBus: Intel Corporation N10/ICH 7 Family SMBus Controller (rev 02) 
01:00.0 VGA compatible controller: Advanced Micro Devices [AMD] nee ATI M56P [Radeon Mobility X1600] 
02:00.0 Ethernet controller: Marvell Technology Group Ltd. 88E8053 PCI-E Gigabit Ethernet Controller (rev 22) 
03:00.0 Network controller: Broadcom Corporation BCM4311 802.11a/b/g (rev 01) 
04:03.0 FireWire (IEEE 1394): LSI Corporation FW322/323 (rev 61) 
dtumelero@UbuntuMac:~$ lsusb 
Bus 001 Device 001: ID 1d6b:0002 Linux Foundation 2.0 root hub 
Bus 002 Device 001: ID 1d6b:0001 Linux Foundation 1.1 root hub 
Bus 003 Device 001: ID 1d6b:0001 Linux Foundation 1.1 root hub 
Bus 004 Device 001: ID 1d6b:0001 Linux Foundation 1.1 root hub 
Bus 005 Device 001: ID 1d6b:0001 Linux Foundation 1.1 root hub 
Bus 002 Device 002: ID 05ac:1003 Apple, Inc. Hub in Pro Keyboard [Mitsumi, A1048] 
Bus 005 Device 004: ID 05ac:8206 Apple, Inc. Bluetooth HCI 
Bus 005 Device 003: ID 05ac:8240 Apple, Inc. IR Receiver [built-in] 
Bus 002 Device 003: ID 15d9:0a33 Trust International B.V. Optical Mouse 
Bus 002 Device 004: ID 05ac:020b Apple, Inc. Pro Keyboard [Mitsumi, A1048/US layout] 
Bus 001 Device 007: ID 05ac:8501 Apple, Inc. Built-in iSight [Micron] 
dtumelero@UbuntuMac:~$

Fonte: https://help.ubuntu.com/community/MactelSupportTeam/AppleiSight

Artigo enviado por Diego Tumelero

Canais do grupo Ubuntu-BR

Durante o FISL uma pergunta era bastante frequente, “como eu faço para fazer parte do grupo?”. Acredito que a melhor maneira é conhecer a comunidade através das redes sociais primeiro e depois começar a trabalhar para a comunidade.

Conheça os canais oficiais da comunidade Ubuntu-BR nas redes sociais.

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Foi dada a largada para as traduções do Ubuntu 12.10

Notícia saída fresquinha do blog do Fábio Nogueira.

Chegou a hora de ajudar nas traduções da futura versão do Ubuntu: Ubuntu Quantal 12.10!

A equipe de tradução do Ubuntu está esperando pelo seu apoio! Para isso, basta acessar o nossa wiki (http://wiki.ubuntu-br.org/TimeDeTraducao) e começar a fazer parte do time. A lista de todos os pacotes do Ubuntu Quantal a serem traduzidos estão em https://translations.launchpad.net/ubuntu/quantal/+lang/pt_BR.

Contamos com o apoio de todos para deixar a nossa querida distribuição 100% em português.