Opencast #30 – SteamOS e FixUbuntu

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Mesmo com a sabotagem do Google, conseguimos gravar mais um episódio do Opencast. Não é desta vez que o episódio será sobre openSUSE, mas logo este episódio estará no ar.

Neste episódio Aprígio Simões, Diego, Ivan e Og Maciel bateram um papo totalmente sem pauta discutida previamente. Começamos falando sobre o codec H264, passamos pela retirada dos servidores de DNS do Google do Brasil, fim do suporte ao formato antigo do Microsoft Office, polêmica em torno do site fixubuntu.com, vários devaneios sobre o que pode vir a ser o SteamBox e SteamOS e terminamos discutindo sobre o Tizen e Android.

Lembrando a todos que o Opencast oficial é aquele ali de cima somente em áudio, o vídeo da gravação é um bônus para quem gosta de olhar para nossas caras feias.

Links do episódio

Se você preferir, pode assistir ao vídeo da gravação do Opencast. O vídeo está quase sem edição da conversa, apenas retirada a parte inicial onde não falamos nada de importante. É até interessante para compararem como fica o trabalho pós edição.

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iTunes: http://itunes.apple.com/br/podcast/id424732898

Todas as músicas de fundo na versão mp3 e a música de abertura da versão em vídeo são do Josh Woodward

Publicado em 20 de novembro de 2013 | 7 Comentários

Ivan Brasil Fuzzer

Ivan Brasil Fuzzer

Faço parte do grupo Tchelinux(http://www.tchelinux.org). O Tchelinux é um grupo de voluntários que trabalha com software livre e ainda acredita que boas coisas podem ser feitas nesta comunidade; desde que saibamos repassar aos que estão iniciando que Software Livre é um aprender e repassar o conhecimento incessante. Sou líder do Ubuntu-BR-RS juntamente com a Marta Vuelma. Tentamos divulgar a distribuição e auxiliar novos usuários por todo o estado do Rio Grande do Sul, as vezes em outros estados também. Sou um amante incondicional de software livre. Vivo apaixonado pelo Ubuntu.

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7 Comentários

  1. Rodrigo Leonel disse:

    Eu acho que realmente vale a pena fazer um podcast sobre o Raspberry Pi, pois a placa pode não ser livre, mas o sistema operacional é. Nele você usa Raspbian (Debian), Pidora (Fedora), Arch, entre outros http://www.raspberrypi.org/downloads. Eu, por exemplo, uso dois, um para torrents e outro para exibir filmes, em Full HD.

  2. Daniel disse:

    Muito bom o opencast, mais uma vez aprendi muito com vocês do Ubuntero.

  3. carlos disse:

    pq n fazer opencast sobre o raspberry? se formos levar o conceito de “livre” ao pé da letra, nem o debian com “contrib” e “non-free” escapa!

    aliás, nem o opencast poderia sair, usando mp3. para manter a “filosofia livre”, deveria ser em ogg. Um pergunta: se aquele for feito em ogg. devemos pagar royalties ao “OG” maciel? (rsrsrsrs)

    qto ao dns do google, n faz a menor diferença. se fosse assim, um dns doméstico faria a www voar, o que não é o caso. d qqr forma, tem o gigadns no Brasil.

    quero indicar um tema para um opencast: libreoffice. uso-o no meu NoBo no hospital em que trabalho e o MS office 2007 tem um suporte porcaria para os doc’s do libre, mesmo no formato proprietário daquerle. tenho de enviar tudo em PDF, outro formatoproprietário.

    vcs poderiam falar sobre o plugin de odf pro MSoffice.

    • Carlos,

      Falar sobre o raspberry únicamente não faz sentido, sobre o que roda nele sim. O motivo do Opencast estar em MP3 é simplesmente por que não faz sentido divulgar algo apenas para quem já conhece o assunto, quem não conhece software livre também não conhece ogg, mas dificilmente não conhecerá MP3.
      Sobre um episódio sobre o libreofice, já fizemos 2, o 12a e o 12b.

  4. George Tavares disse:

    Olá todos
    Algumas considerações sobre os argumentos apresentados no programa. Sobre a
    questão da licenca mp3/h264 a questão não é referente a implementação
    opensource como x264, mas sim o empacotamento e distribuiçao da soluçao. Cada hardware/maquina que tem suporte a esses codecs devem pagar royalties. Por exemplo ,
    cada cd player/dvd player com suporte a mp3/h264 deve ja ter pago a licenca a MpegLA,
    mesmo que a implementação usada seja uma implementação opensource.

    Sobre o libreoffice calc realmente a compatibilidade e um problema. Tenho grandes dificuldades em tabelas dinamicas (as pivot tables) que o libreoffice ate implementa mas de maneira nao satisfatoria. Estou usando um canhao para matar formiga. Uso a suite de olap/datawarehouse da pentaho que prove uma soluçao satisfatoria para mim.

    Agora sobre a questão de trademark citado no caso fixbuntu, é muito comum as marcas serem registradas, mesmo com o software opensource. A redhat citada no cast como nunca ter feito isso é uma mentira, pois temos o caso do CentOS, um clone do redhat linux, que citava no site como sendo uma distribuiçao compilada a partir do codigo fonte fornecido pela Redhat. A Redhat valeu-se do registro de sua marca e forçou, de uma maneira de certa forma amigavel,
    a que mudassem o texto como sendo uma distribuiçao compilada a partir do codigo fonte fornecida por um proeminente distribuidor linux enterprise Norte americano.

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